Nota de pesar

Teresita 2 arquivo SEB

É com grande tristeza que compartilhamos a notícia do falecimento de Teresita, a única aliá africana que vivia solitária no Zoológico de São Paulo. Esta notícia chegando apenas algumas semanas após o falecimento de Merry na Argentina é um lembrete do papel do santuário: proporcionar mudanças positivas e bem-estar aos animais de maneira efetiva.

Os elefantes, por natureza, são sobreviventes, fortes e estóicos, mas os impactos da realidade no cativeiro acumulam-se, sem aviso prévio, até que seus sistemas imunológicos sejam suprimidos e seus corpos e, às vezes, suas mentes percam a força para lutar.

Teresita foi uma das principais inspirações para a fundação da SEB. Sua vida solitária pontuou tudo o que há de errado em manter os elefantes em cativeiro.

A responsabilidade é de todos nós. Nossa sociedade continua a apoiar e endossar a vida que esses animais são forçados a suportar. É hora de uma mudança global em nossa consciência e de pôr fim à nossa justificação egoísta de ações que sabemos serem prejudiciais ao mundo ao nosso redor e, em vez disso, apreciar cada ser individual pelo que são, não pelo que podem nos oferecer.

Já recebemos muitas perguntas e emails sobre a Teresita. O que sabemos é o que foi publicado pelo zoológico que, em maio de 2018, a aliá começou a apresentar um quadro de apatia, diminuição do apetite, secreção pela tromba e nos olhos. O laudo da necropsia apontou como causa da morte uma pneumonia grave e infecção no ouvido.

O foco de nossa equipe é homenagear Teresita para celebrar sua vida, concentrando-nos no desenvolvimento contínuo da solução para elefantes em cativeiro. É hora de uma mudança global e é hora de todos nós fazermos parte da solução para criar um amanhã melhor para todas as vidas preciosas do mundo.

Santuário de Elefantes Brasil

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